ALMEIDA JÚNIOR: UM CAIPIRA ILUMINADO

Katia Maria Furtado de Mendonça Curtis

Resumo


O presente artigo pretende evidenciar a modernidade de José Ferraz de Almeida Júnior, na segunda metade do século XIX, no panorama artístico brasileiro. Este trabalho tem a finalidade de destacar os aspectos inovadores da obra desse artista que apesar de conhecer, em Paris, os românticos, realistas e impressionistas, não se filiou a nenhuma corrente; que, mesmo respirando os ares inquietos da arte europeia, permaneceu sereno no trato da sua paleta; que, tendo olhado para a luminosidade dos impressionistas, conseguiu encontrar o seu próprio sol; que tendo convivido com a sofisticação do primeiro mundo, permaneceu brasileiro e caipira, tornando-se precursor de uma pintura genuinamente brasileira. O artista que alicerçou sua obra em fundo humano e observou tantas tendências, anunciou a modernidade artística do nosso país com seus temas, luzes e cores. Transportou para suas telas a realidade rústica e pitoresca de sua terra e a dignidade de sua gente.

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DOI: http://dx.doi.org/10.32459/revistalumen.v1i1.15

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