Linguagem visual e relações de poder na sequência de abertura de Bastardos inglórios
DOI:
https://doi.org/10.32459/2447-8717e395Palabras clave:
cinematografia, poder, cinemaResumen
O presente texto corresponde ao conteúdo de uma palestra de mesmo nome apresentada no XXII Encontro de Pós-Graduação do Centro Universitário Assunção, realizado entre os dias 3 e 7 de fevereiro de 2026. Na ocasião, a sequência de abertura do filme Bastardos inglórios (2009), dirigido pelo cineasta estadunidense Quentin Tarantino, foi exibida e comentada em tempo real com o propósito de apontar e explicar de que maneira os elementos visuais nela articulados, bem como as incursões de sua trilha sonora, contribuem para a construção do seu sentido e, especificamente, para o estabelecimento das tensas relações de poder ali expressas. A ideia central então (e aqui) proposta foi a de que a cinematografia dessa sequência de Bastardos inglórios nos faz experimentar a transformação gradual de uma relação aparentemente simétrica de poder em uma relação profundamente assimétrica.
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Referências
KULESHOV, Lev. Kuleshov on film: writings of Lev Kuleshov. Organização, tradução e introdução de Ronald Levaco. Berkeley: University of California Press, 1974.
METZ, Christian. A significação no cinema. Tradução de Jean-Claude Bernardet. São Paulo: Perspectiva, 2014.
MÜNSTERBERG, Hugo. Fotodrama: um estudo psicológico. Tradução de Yves São Paulo. Jundiaí: Paco Editorial, 2024.
Filmografia
BASTARDOS inglórios (Inglourious Basterds). Direção: Quentin Tarantino. 2009.
O ÁLAMO (The Alamo). Direção: John Wayne. 1960.
O DIA da desforra (La resa dei conti). Direção: Sergio Sollima. 1966.
O RETORNO de Ringo (Il ritorno di Ringo). Direção: Duccio Tessari. 1965.
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